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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Socialite Heloísa Faissol, ex-"A Fazenda", é encontrada morta no Rio de Janeiro

AOS 46 ANOS

Heloísa Worms Pinto, de 46 anos, que ficou conhecida como Heloísa Faissol, foi encontrada morta no apartamento em que morava em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Segundo policiais civis que acompanham o caso, o corpo foi achado na cozinha pelo filho de 19 anos da socialite. Em seguida, foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) e a causa da morte ainda não foi divulgada. A investigação está sob a responsabilidade da 13ª DP.



“Um procedimento foi instaurado na 13ª Delegacia de Polícia (Ipanema) para apurar a morte de Heloísa Worms Pinto, 46 anos, cujo corpo foi encontrado ontem à tarde em um apartamento localizado na Rua Sousa Lima, Copacabana. Perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para esclarecer todas as circunstâncias do ocorrido. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para determinar a causa da morte”, informou a assessoria de imprensa da Polícia Civil em nota.

Heloísa Faissol participou do reality "A Fazenda" em 2014. Na época, a solialite e funkeira atraiu a atenção do público e da mídia com seu jeito espontâneo e terminou em terceiro lugar.

Divertida, ela adotou o nome "Helô Quebra-Mansão", fazendo referência à Tati Quebra-Barraco, quando começou a cantar funks e organizar festas no Morro da Babilônia. A primeira música de destaque foi "Dou Pra Cachorro".

A socialite morou na Suíça e na França e tem formação em marketing, embora tenha exercido a profissão por apenas um ano e meio. Faissol deixa um filho, José Artur, fruto de relacionamento com o dentista Renê Gardes. Em 2012, quando o rapaz tinha ainda 15 anos, os dois chegaram a travar uma disputa na Justiça pela guarda do garoto.

Em 2014, revelou em entrevista à revista "Glamour" que ainda se sentia abalada por dois casos de assédio sexual sofridos por ela. "Passei muitos anos com algo preso dentro de mim, sem falar, que foram os assédios sexuais que sofri. O primeiro, aos 3 anos de idade, pelo filho da empregada da casa dos meus pais. A segunda vez, quando tinha 12 anos, pela minha professora na Hípica do Rio de Janeiro. Ela, junto com um amigo de meu pai, me torturaram muito. Não foi um estupro específico, mas muitos assédios sexuais, com palavras, gestos e ameaças", disse na época.

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