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Lugar de criança: dormir com os pais por muito tempo pode ser mais prejudicial do que se imagina

As histórias são sempre parecidas. O bebê nasce e a adaptação não é fácil para ninguém. sabemos que é preciso um tempo até tudo ir se encaixando no dia a dia, até que o bebê e a mamãe se acostumem com o amamentar, com os horários de dormir, as possíveis cólicas e trocas de fraldas, entre outros cuidados.

Durante e depois dessa adaptação, é muito comum que a criança fique no quarto dos pais, na mesma cama ou ao lado. Isso pode facilitar e muito para amamentá-lo, para trocar as fraldas, para ouvir a criança caso ela acorde ou chore. Bebês e crianças pequenas sempre deixam os pais em sinal de alerta, não é verdade? Em um mínimo respiro mais profundo e os pais acionam um alerta de atenção e acordam ou vão até o bebê para ver se está tudo bem.

Mas muitas vezes a criança vai se desenvolvendo, crescendo, o tempo vai passando e quando menos se percebe, lá está ela: na cama dos pais, dormindo no meio dos dois. Ou então, no meio da noite choram com medo para ir dormir com os pais, ou até mesmo chegam de fininho no meio da noite (quando já estão mais grandinhas) para se enfiarem no meio dos dois e tem aquelas crianças que fazem chantagem emocional.


Essa transição muitas vezes não é um momento fácil, não só para a criança, mas também para os pais. Não deixa de ser prazeroso para todos, mas também pode ser prejudicial, para a privacidade do casal, para o relacionamento e para o próprio desenvolvimento da criança.

Não existe um momento certo ou uma idade precisa para essa transição, mas ela é importante e o quanto antes for possível, menor pode ser o impacto. O ideal é que essa transição seja feita de forma agradável pelos pais, que podem deixar o espaço da criança atraente e que seja verbalizado o quanto será bom e gostoso para a criança ter o seu cantinho especial.



O propósito deste artigo é meramente informativo. Não há intenção de oferecer recomendações médicas. Fabiosa não é responsável por possíveis consequências de qualquer tratamento, procedimento, exercício, alteração alimentar, ação ou uso de medicamentos resultantes da leitura e das instruções contidas neste post. Antes de começar qualquer tratamento, consulte um médico. As informações acima não substituem um diagnóstico a ser realizado por uma equipe de profissionais preparados.

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