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Os perigos de beijar um bebê: transmissão de gripe até doenças mais graves

Quem consegue resistir a uma fofura cheirosa quando chega no seu colo? Difícil mesmo. Parece quase um ato automático cheirar, beijar…e em alguns casos, até dar uma mordida na bochecha…mas o que parece ser um gesto de carinho e afeto, pode representar um verdadeiro risco para a saúde desse pequeno.

Proteger um bebê muitas vezes também consiste em proibir que ele seja beijado e impedir a aproximação de pessoas com herpes, gripes e resfriados para impedir que a saliva contagiada chegue até o bebê. Isso porque o organismo dele ainda é frágil, não tem todas as defesas, o que facilita que seu organismo seja contagiado por bactérias, vírus, fungos, entre outros.

Tem sido cada vez mais noticiados casos de bebês que adoecem e outras situações fatais por conta de beijos recebidos de adultos.

Selinho deve ser proibido, assim como beijar as mãos do bebê e outras partes do corpo. Se não resistir de jeito nenhum, melhor beijar os pés e a testa.

Os maiores cuidados devem ser intensificados nos dois primeiros meses, momento que  a criança  só tem as defesas recebidas durante a gestação. Mesmo assim, até os seis meses é importante ter cautela, pois nesse período o bebê ainda está recebendo as vacinas.

Entre os problemas mais comuns causados pelo beijo, tosse e espirro são as infecções de garganta, ouvido, boca, gripes, resfriados e herpes. Além disso, tem o risco do bebê ter mononucleose infecciosa (conhecida como doença do beijo) e monilíase oral (o sapinho gerado por fungos. Os vírus e bactérias podem gerar pneumonias, inflamações na meninge (meningite) e encéfalo (encefalite).


Fonte: Notícias Uol

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